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TAZRIA (Semeai) E METSORÁ (Lepra) – Levítico 12:1 a 13:59 &

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default TAZRIA (Semeai) E METSORÁ (Lepra) – Levítico 12:1 a 13:59 &

Mensagem por Patrick em Ter 21 Dez 2010, 11:57 am

PRIMEIRA PARTE: Tazria: Levítico 12:1 a 7 – Consagração da Mãe após o parto e a B’rit Milá.

1.1– Primeiro ocorre o processo de consagração semelhante à separação durante o período de menstruação, onde a mulher não pode ter intimidade com o homem durante os sete dias. Esta separação se chama: NIDÁ (separação). Além disto, após o parto ocorre um tempo extra de separação, que no caso do homem são mais 33 dias de purificação, somando um total de 40 dias, e quanto a um parto de menina, são duas semanas (14 dias), mais sessenta e seis dias, somando um total de 80 dias. Esta consagração é seguida por ofertas de elevação e pelo pecado, e pela tevilah (imersão em água para consagração).

A questão da menstruação: Levítico 15:19-24 E 20:18. O homem não pode ter intimidade com a mulher durante a menstruação e nem deve sentar nos lugares que ela sentar. Hoje há uma explicação científica para esta lei. “Tem sido demonstrado a existência de uma substância tóxica no soro do sangue, da saliva, na transpiração, na urina e em todas as outras exudações da mulher durante o período da menstruação”.

1.2-Processo de consagração: Os 7 dias: Ocorrem por iniciativa humana de se separar do impuro e se aproximar do puro, do sagrado, do Eterno. No 7º dia o Eterno sela e consolida o processo de consagração com o Shabat. Mas é no 8º dia que vem a existência a chama Divina, elevando o homem além da sua capacidade humana e o colocando numa dimensão sobrenatural e espiritual.

1.3- A B’rit Milá está ligada ao número oito, que aponta para a eternidade, o sobrenatural. Assim, a B’rit Milá foi estabelecida no nível do sobrenatural, na dimensão espiritual e não depende do entendimento ou compreensão do ser humano para ser efetiva, por isto pode ser aplicada a uma criança que não tem nenhuma idéia do que está acontecendo, porém após o Bar Mitsva, ela precisará confirmar a sua aliança.

“Quando aquela criança se tornar um adulto, precisará confirmar a aliança. A pessoa não pode anular a aliança, pois ela é sobrenatural, porém se desprezá-la e morrer na impiedade será rejeitado pelo Eterno (Exemplos: Corach, todos aqueles que adoraram o bezerro de ouro, Nadav e Avihu e etc.). Mas enquanto um judeu estiver vivo, mesmo que esteja desviado da Torah e do Eterno, a aliança permanece num estado potencial, e se fizer uma teshuvá genuína, oferecendo um arrependimento sincero, a aliança voltará a ser ativada novamente. Porém, se não houver teshuvá, morrerá na iniqüidade e perderá o direito ao mundo vindouro”.

Qual foi o problema com Nadav e Avihu?

1.4– Ou...eles quiseram servir ao Eterno sem passarem pelo processo de santificação, ou seja, querem as “coisas interessantes do Reino dos Céus”, mas não querem pagar o preço para alcançá-las.
1.5– Ou... eles perverteram sua busca pela espiritualidade, ou seja, estavam tão interessados nas manifestações espirituais, que desprezaram por completos suas vidas no aspecto físico e relacionado com este mundo. O Eterno não quer pessoas alienadas ao mundo e “lunáticas”, mas pessoas que entram em contado com o Reino dos Céus e conseguem transmitir suas experiências no mundo físico, colaborando com o processo de transformá-lo em uma morada do Eterno.
SEGUNDA PARTE: Metsorá (Levítico 14:1-7) “Motsi rá” (fazer sair o mal da boca)
2.1- Rashi disse: que para nos precavermos da lepra, não devíamos falar mal das pessoas.

2.2 - Yeshua ensinou em Mateus 15:11,17,18.

“Não é o que entra na boca que torna um homem impuro (espiritualmente), mas o que sai da boca é que impurifica o homem... Ainda não compreendeis que tudo o que entra na boca vai em direção ao ventre, onde é armazenado e depois expelido (o impuro) em um lugar “apropriado” (banheiro, latrina, vaso sanitário). Mas, o que sai da boca procede do que está dentro do coração, e isto é o que impurifica o homem (espiritualmente)”.

2.3 – Não só o que comemos (entre na boca) precisa ser casher, mas também aquilo que falamos (sai da boca) precisa ser casher.

2.4 – Após a cura o leproso passa por um processo de consagração semelhante ao sacerdote. (Lev.14:14-20)

Primeiro por que aquele que é liberto precisa após a sua libertação buscar uma consagração como se fosse se tornar um sacerdote, ou seja, fazer um esforço genuíno em direção a consagração, como fruto genuíno do seu arrependimento e agradecimento ao Eterno.
Segundo por que ele foi liberto com um propósito e uma chance de recomeçar sua vida e se tornar verdadeiramente uma pessoa útil para o Reino dos Céus.

2.5 – Exemplos de cura: Miriam (Números 12:1-15) – Ler o versículo: 7 e 8.

A Oração mais curta e eficaz, feita por Moisés: “El Na Refá Na Lá” (D’us, rogo-Te, cura-a)

2.6 – Exemplos de cura: Naaman (chefe do exército do rei de Aram, o povo arameu ou sírio) – 2 Reis 5:1,9-15-27.

LIÇÕES: Naaman venceu primeiro o orgulho e obedeceu a ordem do profeta Elizeu (Elishá), e foi curado. Elias não aceitou recompensas, mas Guechazi (Geazi) foi atrás da recompensa e no final ficou leproso. Aquele que tem o dom para curar, precisa sempre se lembrar que o dom é do Eterno, e não deve se aproveitar do dom para conquistar riquezas e benefícios, pois se fizer isto, mais cedo ou mais tarde herdará as doenças daqueles que foram curados através dele. Quem tem um dom espiritual deve andar em temor ao Eterno e em consagração, e assim o Eterno o abençoará e lhe protegerá.

Geazi significa “vale da visão”. O vale representa o mundo físico em oposição à montanha que representa o mundo vindouro. A maioria das cidades estavam no vale, por ser um lugar mais fácil sobre todos os aspectos. De certa forma a “visão” de Geazi estava no “vale”, nas coisas relacionadas neste mundo e não na “montanha”, ou seja, naquilo que está relacionado com o mundo vindouro. Quando uma pessoa está focada numa visão espiritual e traz ela a existência no mundo físico, é abençoado pelo Eterno, mas não se apega demasiadamente as coisas materiais e mantém a visão espiritual. Mas quando uma pessoa está focada nos benefícios materiais ela perde a visão espiritual, e tenta usar os dons espirituais simplesmente para realizar os seus desejos quanto aos aspectos da vinda neste mundo. Esta é a grande motivação dos idólatras, pois todo o idólatra busca senão benefícios na sua vida relacionada a este mundo, ou seja, dinheiro, proteção ou conquistas. Mas aquele que serve o Eterno precisa está focado no relacionamento com Ele, amando-O, recebendo Seus testemunhos e obedecendo Suas Mitsvot. As bênçãos neste mundo, para o servo do Eterno, é uma conseqüência e não um propósito.

Patrick
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